Playbooks de crise

Táticas pré-aprovadas por tipo de crise · a IA sugere qual aplicar quando a severidade estoura
Pressão sobre técnicoexemplo de sugestão

Gatilhos: "pressionado", "virada de chave", "cargo em risco" com velocidade alta.

  1. Golden hour: nota leve ancorada em fatos (retornos, preparação) — nunca defensiva.
  2. Contra-ângulo: vozes do elenco assumindo responsabilidade (não a diretoria defendendo o técnico).
  3. Rede do Bem: núcleo imprensa-MG com dados de contexto, criadores com bastidor humano.
  4. Não fazer: "voto de confiança" público — historicamente antecipa demissão na leitura da imprensa.
  5. Se resultado negativo: migrar para playbook "derrota em jogo-chave" em até 1h pós-jogo.
Arbitragemtestado 19.07 · funcionou
  1. 0–2h: cortes dos lances com narração neutra; nada de tom de choro.
  2. 2–12h: nota institucional pedindo os áudios do VAR; pressão formal, não emocional.
  3. Rede do Bem: setoristas com estatística de erros contra o clube na temporada.
  4. Encerrar em 48h: narrativa de arbitragem que dura mais que isso vira "clube chorão".
Narrativa de gestão / SAFativo · R$ 211 mi
  1. Nunca responder manchete com opinião: responder com dado (valorização de elenco, receita, ranking de investimento).
  2. Porta-voz único: diretor de futebol ou CEO — nunca múltiplas vozes divergentes.
  3. Conteúdo de fundo: material educativo sobre o modelo (base + pontuais) fora do ciclo de crise.
  4. Risco IPO: tudo que se fala aqui pode ser lido por investidor — validação com RI antes de publicar.
Saída de ídolopronto
  1. Anúncio próprio antes do vazamento: o clube conta a história, não o jornalista.
  2. Homenagem imediata: vídeo-legado no anúncio, nunca dias depois.
  3. Rede do Bem: tom de gratidão; proibido qualquer conteúdo que desvalorize o atleta.
  4. Métrica de sucesso: sentimento da despedida acima de +50.
Derrota em jogo-chavepronto
  1. Silêncio tático de 2h: nada de post motivacional imediato — a massa precisa digerir.
  2. Fala única do capitão ou técnico: reconhecimento + próximo passo concreto.
  3. Monitorar fusão com narrativas de gestão: é aqui que crises estruturais nascem.
  4. Conteúdo do dia seguinte: treino, trabalho, resposta — sem promessa vazia.
Ataque coordenado / inautênticopronto
  1. Detectar: score de autenticidade — padrão de contas novas, horários sincronizados, texto repetido.
  2. Documentar: evidência forense antes de reagir (prints, IDs, timestamps).
  3. Reportar às plataformas: via canal oficial de denúncia — nunca responder publicamente ao ataque.
  4. Se relevante: nota expondo o padrão coordenado com os dados — vira pauta a favor do clube.
Polêmica de dirigentepronto
  1. Separar pessoa × instituição na 1ª hora: a fala é do dirigente, a nota é do clube.
  2. Correção rápida se houver erro factual; silêncio se for opinião distorcida.
  3. Rede do Bem fora: embaixador não defende dirigente — só institucional.
Caso extracampo de atletapronto
  1. Jurídico primeiro: nenhuma comunicação antes do jurídico mapear o caso.
  2. Nota padrão de apuração em até 3h; nada de julgamento antecipado em nenhuma direção.
  3. Monitorar menores/base com proteção reforçada — governança específica.
Cada post-mortem de crise alimenta e refina os playbooks · memória institucional que não depende do plantonista